sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Sonho profético de um menino


Por Ezequiel da Silva

Uma noite maravilhosa, fresca, sem nuvens. Eu tinha entre 13 e 14 anos. Ao dormir, tive um sonho – uma revelação profética. Estava em um lugar muito lindo. Fui levado a uma grande sala, bastante iluminada, quase fulgurante, de proporções palacianas, altas colunas no estilo grego e arcos arquitetônicos.

Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.

Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.

Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.

Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.

Estou com 46 anos e nunca me esqueci daquele sonho profético que parece, vem se tornando, dia-a-dia, a tão esperada realidade: as BODAS DO CORDEIRO.

FONTE:: http://www.searanews.com.br/sonho-profetico-de-um-menino
Por Ezequiel da Silva
Uma noite maravilhosa, fresca, sem nuvens. Eu tinha entre 13 e 14 anos. Ao dormir, tive um sonho – uma revelação profética. Estava em um lugar muito lindo. Fui levado a uma grande sala, bastante iluminada, quase fulgurante, de proporções palacianas, altas colunas no estilo grego e arcos arquitetônicos.
Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
Estou com 46 anos e nunca me esqueci daquele sonho profético que parece, vem se tornando, dia-a-dia, a tão esperada realidade: as BODAS DO CORDEIRO.
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Uma noite maravilhosa, fresca, sem nuvens. Eu tinha entre 13 e 14 anos. Ao dormir, tive um sonho – uma revelação profética. Estava em um lugar muito lindo. Fui levado a uma grande sala, bastante iluminada, quase fulgurante, de proporções palacianas, altas colunas no estilo grego e arcos arquitetônicos.
Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
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Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
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Uma noite maravilhosa, fresca, sem nuvens. Eu tinha entre 13 e 14 anos. Ao dormir, tive um sonho – uma revelação profética. Estava em um lugar muito lindo. Fui levado a uma grande sala, bastante iluminada, quase fulgurante, de proporções palacianas, altas colunas no estilo grego e arcos arquitetônicos.
Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
Estou com 46 anos e nunca me esqueci daquele sonho profético que parece, vem se tornando, dia-a-dia, a tão esperada realidade: as BODAS DO CORDEIRO.
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Uma noite maravilhosa, fresca, sem nuvens. Eu tinha entre 13 e 14 anos. Ao dormir, tive um sonho – uma revelação profética. Estava em um lugar muito lindo. Fui levado a uma grande sala, bastante iluminada, quase fulgurante, de proporções palacianas, altas colunas no estilo grego e arcos arquitetônicos.
Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
Estou com 46 anos e nunca me esqueci daquele sonho profético que parece, vem se tornando, dia-a-dia, a tão esperada realidade: as BODAS DO CORDEIRO.
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Uma noite maravilhosa, fresca, sem nuvens. Eu tinha entre 13 e 14 anos. Ao dormir, tive um sonho – uma revelação profética. Estava em um lugar muito lindo. Fui levado a uma grande sala, bastante iluminada, quase fulgurante, de proporções palacianas, altas colunas no estilo grego e arcos arquitetônicos.
Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
Estou com 46 anos e nunca me esqueci daquele sonho profético que parece, vem se tornando, dia-a-dia, a tão esperada realidade: as BODAS DO CORDEIRO.
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Uma multidão de convidados, todos ostentavam belos vestidos, em túnicas reais compridas e brilhantes. Os presentes conversavam, entre si, como velhos conhecidos. Naquela sala, havia grandes mesas em forma de U, de forma que todos ficavam de frente uns para os outros. Contudo, a frente de todas as mesas, estava um homem assentado em uma espécie de trono muito lindo; sua voz era grave, mas não consegui vê o seu rosto, eis que estava envolto em resplendor.
Nas mesas que falei, viam-se taças e pratos de ouro, pães, frutas, etc.,um banquete real. Belas flores que aqui nunca vi. Porém, o que me chamou atenção foi uma tigelinha de ouro que estava posta ao lado dos pratos, com uma porção gelatinosa e esbranquiçada. Veio a ordem dAquele que estava assentado no trono, para os convidados assentarem-se e comerem. Todos nós participamos do lauto banquete.
Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
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Após o banquete, nos foi dado a comer a porção da tigela de ouro. Era saboroso, de paladar não sentido pelos melhores gourmet’s do mundo. Naquele momento, senti um perfume exalar na sala do banquete. De fragrância jamais sentida na terra pelos melhores perfumistas. Despertei daquele sonho, e me ouvia falar em outras línguas.
Cresci, fui batizado, fui para o seminário, estudei a Bíblia, li livros teológicos. E então, deparei-me com o texto do apóstolo João, quando do exílio na ilha grega de Patmos, em do Apocalipse 2.17: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Foi então que como numa revelação profética, a própria Bíblia me revelava que a porção da tigela de ouro era, na verdade, o maná escondido que será dado a todos os vencedores, ou seja, os que venceram o mundo e suas concupiscências e foram recebidos na vida eterna. E quem estava assentado no trono é o próprio Senhor Jesus que participará com sua igreja.
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